Lágrimas e sorriso...

                                  

Eu não troco à melancolia do meu coração pela alegria dos outros, e não consinto que as lágrimas extraídas pelas minhas chagas se transformem em riso; desejo que a minha vida permaneça... Lágrimas e sorrisos...

            A lágrima purifica o meu coração e explica-me o segredo da vida e sua obscuridade, - o sorriso aproxima-me dos meus semelhantes e será o simulacro de minha glorificação aos Deuses.

            A lágrima, para me associar aos oprimidos de coração, o sorriso para divulgar o meu regozijo pela existência.

            Prefiro morrer saudosa e não viver enfadada. Quero ter sempre na profundeza de minha avidez para o amor e para o belo, porque notei e vi que os indiferentes são mais desventurados e mais aconchegados à matéria. Escutei e ouvi os suspiros do saudoso e desejoso, achei-os mais melodiosos que o som de uma harpa.

            Cai à noite, as flores cingem suas pétalas e dormem abraçando suas saudades, e ao romper da aurora desceram os lábios para receberem o beijo do sol.

            A vida das flores, saudades e abraços – lágrimas e risos.

            Evaporam-se as águas do mar, elevam-se às alturas, depois se juntam, formado nuvens que passam por cima de montanhas e vales; porém, quando uma brisa delicada as tinge, se desfazem em lágrimas, caem nos campos, juntam-se aos ribeiros, daí vão para o mar onde residiam. A vida das nuvens, separação e união – lágrimas e sorrisos.

            Assim a alma separa-se dos espíritos comuns, vagueia no mundo da matéria e passa como nuvens por cima das montanhas de tristezas e campos de alegrias, até que se encontra com o sorriso da morte; volta para o lugar de onde veio, para a fonte de beleza e de amor… para Deus!

 

É vero, é vero...!

Era fevereiro, em uma festa linda, a moça mais cobiçada da festa, o por que poucos sabiam, podia até escolher a dedo, e entre um pedido e outro, entre uma música e outra, a moça roubou um beijo de um dos garotos q estavam aos seus pés. O garoto que ela achava petulante e metido a conquistador... Mas já no segundo beijo onde a moça dominava a situação, o garoto pedi ela em namoro. Ela com um ar todo irônico diz: Eu uma leonina? Se prender agora? Ahahaha Mas a moça tombou diante as palavras... A festa terminara e eles juntos foram pra casa, o garoto a levou até o portão, onde ali ficaram até o despertar do sol... A moça entrou e quando deitou na cama, com sono não conseguia dormir, a pensar no metido a conquistador... Mas não querendo dar o braço a torcer, em muitas ligações do garoto sempre foi querida, mas nunca se abria. Até que ele cansou de ser bobo, talvez... Pedia provas, para entender como um beijo fez se apaixonar, e ele subiu em um banco da praça, lotada, e disse bem alto que queria ficar com aquela tal moça... E mesmo assim achou pouco, idiota essa moça, e foi que ele ligou pra ela e cantou: “Quando chega o entardecer, é impossível, não lembrar de você...” e ela disse pra ele parar por que sabia que era da boca pra fora... O garoto desligou o tel na cara dela, retornando a ligação 7 dias depois com outra música: “ E outra noite que se vai, e eu não estou correndo atrás, tanto tempo já passou e agente não se falou, quanta coisa agente faz depois quer voltar atrás...” e antes de desligar ele disse que era pra moça lembrar disso, e desligou... Há, ai o coraçãozinho apertou, e ela apavorada, aos prantos, ligou pra’o garoto dizendo tudo o que nunca teve coragem de dizer... Mas não adiantava mais. O garoto tinha por meta esquecer... Hoje depois de um ano e dois messes, o garoto esta noivo, e a moça ainda com resquícios de paixão no coração... Hoje eles conseguem conversar, sem que nenhum derramem lágrimas, mas por fim sempre tem aquele abraço apertado, cheio de silêncios enssurdecedor....

                                                                

Devagando...

Minha casa era singela,

Completamente em ruínas,

Eu olhava na janela...

Com pureza de menina.

 

Havia buracos no teto,

E eu contava as estrelas,

Dormia sonhando em telas,

Sonhava com um futuro inserto.

 

Há, as estrelas eram tão belas,

Que me inspiravam uma canção,

Sonhava em ser uma delas,

No palco da minha ilusão.

 

Vivia num mundo de sonhos,

Que não condizia com o meu,

E no meu olhar tristonho,

Minha infância se perdeu.

 

Mas o sol me acordaria

Para re começar a labuta,

Será que haveria outro dia?

Será que venceríamos a luta?

 

E se chovesse então?

Onde nos protegeríamos?

E será que teríamos pão

No amanhecer do outro dia?

 

Era difícil viver...

Era mais fácil devagar...

O que poderia acontecer

Se eu parasse de sonhar?

O descanso no outono!

Quando a melodia se unir

Com som do bailar das folhas,

Que mesmo já sem vida e secas,

Nos agraciam com sua beleza.

 

Este será o dia,

Em que meus cílios

Não abrirão mais...

 

E estarei feito anjo,

Coberta por folhas secas,

Com aroma de outono...

 

As luzes das velas bailarão,

Com o som deste violino...

E as pessoas beijarão minha face,

E meus cílios a face delas...

Ha... outono...

Queria falar das flores, e do porque, que não tem amores!

Queria sentir-me como pássaro e ficar a voar...

Queria em um de repente, um beijo seu roubar...

Queria sentir o aroma todo dia da chuva no campo,

Tocar em seu rosto sempre que minha carência mandar.

 

Há como eu queria, com esse friozinho,

Poder te abraçar, te encher de carinho.

E trocar o gosto original dos nossos beijos,

Por sabores de uva...

Vinhos tintos, brancos, secos, suaves...

A qualquer um, teus olhos,

Terá o mesmo brilho.

 

Queria passear nas ruas,

E desfilar um sorriso pregado a face.

Queria que todos os dias fossem noites,

Para eu descobrir mais uma estrela ali.

Queria o chão coberto de folhas de outono,

Para que quando a brisa insistente passar...

Deixe nos meus ouvidos o murmuro serenos

Das folhas de outono!

Mais uma de Thi...

 

 

“Todas as dores que sinto,

São apenas coadjuvantes de minha felicidade!

Nada nem ninguém conseguirão me derrubar,

Todos que querem me ver com lágrimas nos olhos,

São apenas medíocres,

É o que diz minha inteligência!

A cada tombo que levo,

Sobressai a minha garra.

Os fracos e desamparados,

Que tentam secar a fonte do meu talento,

Só terão que pedir desculpas a si mesmo,

Por que certamente quem deseja o impossível,

Envelhecem e apenas morrem sem ser reconhecido!”


...Que venha o findi, é mais uma vez nós galera...! No Chimarruts!
Lika, Josi(maninha), Binho, Dudu, Zé, Alê, Vanessinha(loira),Nessinha
(morena), Jay, Joice, Jessica, Raquel... E mais os que eu não falei por
Serem especiais de mais... Hihihihihi
Não fiquem brabos, pois me lembro só desses!

He hoje...

Acredito que de mim hoje só sairá alegrias, piadas, sorrisos!

Acreditem... Mas nem vou falar o por que né? Acho que pela primeira

vez na vida me conquistaram sem a intenção de me fazer sofrer... Sem

a intenção de usar tudo o que digo contra mim... To super feliz... E quero

que meus amigos façam parte disso comigo... Por isso que estou postando

essas alegrias. Chega de melancolia guria, he isso ae! E pra comemorar...

Quem he que vai ir lá no Elpico hj????

Deixa que fale mais alto seu coração!

                           Talvez um dia

                          As lágrimas do poeta,

                          Sejam compreendidas

                          Como presságios

                         De uma nova era!

Anjoss! *-*

 

Queria saber voar

Pra lá do alto poder ver você

Te ver sorrir

Te ver sonhar

Coisas lindas poder te dizer.

Se um anjo encontrar...

Eu vou pedir pra ele te proteger,

Hô estrela que me faz enxergar...
Que a vida é linda de viver...

 

Nada melhor para uma sexta! Hehe

A bem da verdade, não sou essa mulher fatal que você pensa que eu sou. Aquelas histórias de sedução foram todas inventadas e esse ar superior, de quem sabe lidar com a vida, é apenas autodefesa.

Aquelas frases filosóficas, foram só pra te impressionar, pra te passar essa ilusão de intelectual... na verdade eu ainda nem sei se acredito nos valores que me ensinaram, quanto mais em frases feitas e opiniões formadas!

Senta aí, vai! Deixa eu tirar os sapatos, desmanchar o penteado, retirar a maquiagem... quero te mostrar que assim de perto não sou tão bonita quanto pareço, por isso uso todos esses artifícios. É que no fundo tenho um medo terrível de que você me ache feia, de que você encontre em mim uma série de imperfeições.

Sabe, não quero mais usar essa máscara de mulher inatingível, de mulher forte com punhos de aço... No íntimo me sinto uma pequena ave indefesa, leve demais para enfrentar o vento, e, deseja ficar no aconchego do ninho e ser mimada até adormecer.

Olha pra mim, às vezes minha intimidade não tem brilho algum e você terá que me amar muito para suportar essa minha impotência.

Deixa eu tirar o casaco, tirar o cansaço... essa jornada dupla me deixa tão carente... A convicção de independência afetiva? É tudo balela! Eu queria mesmo era dividir a cama, a mesa, o banho... Queria dividir os sentimentos, os sonhos, as ilusões... um pedaço de torta, uma xícara de café, algum segredo...
...não previ que na linha da minha vida estivesse demarcada uma paixão inesperada.
 
Ah, você queria falar alguma coisa? Está bem! Antes, só mais uma coisinha: estou morrendo de medo que você saia desta cena antes de mim, que você saia à francesa desta história, e eu tenha que recolocar minha máscara e me reinventar, outra vez.

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BRASIL, Sul, GRAVATAI, Mulher, de 15 a 19 anos, Arte e cultura, Música, Sair, beijar, amigos, rir, por do sol.
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